Existe uma força que,
sem passagem, emperra.
Para quem está atravessando uma fase em que a vida perde outra forma. E ainda não sabe qual.
O conceito por trás do movimento.
Trabalho com narrativa há muito tempo. Textos, posicionamento, argumentos, marca. Em algum momento, percebi que o problema raramente começa nas palavras.
Por baixo de quase toda dificuldade de se expressar, havia uma dificuldade anterior — a de reconhecer o que estava em movimento por dentro. Pessoas que não conseguiam dizer porque ainda não sabiam o que estavam vivendo. E que, sem nomear, ficavam presas em formas que já não serviam.
A Mentoria Devir nasce desse lugar. De um modo de pensar que veio da filosofia, da psicanálise, cinema, música, para chegar onde a comunicação sozinha não chega: o ponto em que alguém precisa reorganizar a própria vida antes de conseguir nomeá-la.
É um espaço de travessia. Para quem percebeu que a forma atual já não cabe, e ainda não sabe qual cabe.
A arquitetura
A Mentoria Devir se sustenta numa arquitetura própria. Três frentes de trabalho, atravessadas por um eixo vivo que mantém tudo em movimento.
Narrativa
O discurso como veículo. O que produz sentido numa conversa, o que faz crescer, o que as palavras não alcançam antes de haver narração.
Consistência
O modo como disputas, ritmos e rastros se organizam ao longo do tempo. O que em você já funciona — e o que pede revisão.
Agenciamento
A forma como você se posiciona no mundo. Cobra espaço, entra em relação, educa. O ponto onde o pensamento se desdobra em ação.
Passagem
Não um plano, mas um conhecimento em construção. O lugar onde a pergunta que pediu para ser vivida encontra, finalmente, uma forma.
Os Encontros
o que vai acontecer
A jornada começa antes dos encontros, numa Conversa de Mapeamento. Uma leitura do terreno onde a pessoa está — o que pede passagem, o que já se abriu, o que carrega dos dois lados. Uma hora. Sem compromisso nenhum.
Seis encontros ao longo do ciclo. Semanais ou quinzenais — cada um tecido em torno de um movimento. Entre um e outro, o trabalho continua: dispositivos de escrita, leitura, observação que sustentam o que foi aberto.
O oitavo tem começo, mas não tem data de chegada nem meta. Termina quando a travessia e a trilha deixam de precisar de um guia — quando a pessoa já sabe sustentar o que acionou.
Fred Winkler
Mentor criativo, estrategista e visionário.
Escritor sobre narrativas, cultura e os territórios de transição.
Vale uma conversa.
Se algo do que leu até aqui te atravessou, vale uma conversa. Sem compromisso, sem proposta fechada — só uma primeira conversa onde a gente entende onde você está e o que pode fazer sentido a partir daí.
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